quinta-feira, 3 de julho de 2014

As funções do AEE
  O que podemos aprender ao estudarmos sobre  a função do professor de AEE e justamente o contrario do relato do texto de Ítalo Calvino  em modelo dos modelos.  Em tendemos que nosso foco s sempre  é o ser humano e não sua deficiência que devemos nos concentrar nas potencialidades do ser em que o mesmo é capaz de fazer e até onde o mesmo pode ir respeitando sempre suas limitações e ao mesmo tempo estimulando a novos desafios.
Vimos no texto citado acima uma ideai completamente diferente de nossa pratica, no texto quando fala que o senhor Palomar criava um modelo a partir do todo e depois procurava encaixa-lo ao ser pessoa com deficiência que melhor se adegue-se ao seu modelo sem levar em conta nem a dificuldade nem as potencialidades de cada ser chegando a criar vários modelos pois os que criavam muitas vezes não dava certo para as pessoas.
  A visão do AEE é exatamente o oposto ao esse pensamento, lidamos com alunos diretamente, observamos, investigamos, pesquisamos, criamos laços de afetividade e a partir dai procuramos desenvolver atividades das quais os alunos possam desenvolver, baseados em suas potencialidades procurando adequar materiais que ele possa manuseia pois entendemos e aprendemos desde cedo que cada aluno é único e que um plano construído pra um não pode ser igual ´para outro, pois muitas vezes esse material é adaptado a necessidade de cada um e muitas vezes também personalizamos para que aquele material seja exclusivo daquele aluno que tem aquela deficiência.

Adaptamos esse material proporcionando ao aluno estruturas para que ele desenvolver atividades das quais antes apresentavam dificuldades em realiza-las procuramos adaptar materiais dos quais ele possa manuseia criar independência e aprendemos desde cedo que um plano elaborado para um aluno não serve para outro buscando cada vez mais conhecer cada um para ajuda-lo a romper com as barreiras que impedem de chegar a um bom desenvolvimento escolar e também proporcionar maior autonomia nas suas praticas diárias. 

domingo, 8 de junho de 2014



Essa atividade consiste em o aluno relacionar quantidades ao numero indicado, ótimo para trabalhar animais, quantidade, ordem também podem ser em diferentes formatos, tamanhos, cores segue o passo a passo dessa atividade.
1- Disponha a atividade para que os alunos possam explorar, visualizando-a e ao mesmo tempo chamando a atenção para a atividade.
2- Peça para identificarem os personagens e se o aluno não verbaliza, neste momento aponte e fale o nome de cada personagem.
3- Der a bola de uma cor e peça para colocar no quadrado de mesma cor, também pode pedir para colocar em um quadrado de um personagem específico.
4- Com os números peça para o aluno grudá-los nos quadrados de forma ordenada. Explore a atividade conforme o nível do aluno. Se o mesmo não conhece os números, entregue cada número na mão dele pedindo para grudar no local indicado por você e vai identificando cada um. Também se preferir pode usar tampas de pet para usar nos quadrados pedindo ao aluno para significar ou relacionar o número com a quantidade.
Para cada nível de aprendizagem do aluno use o grau de dificuldade adequado.
Para cada nível de aprendizagem do aluno use o grau de dificuldade adequado.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Texto sobre as diferenças entre surdocegueira e DMU
    Uma criança que nasce com surdocegueira apresenta problemas de visão  e audição, essas deficiências pode ser congênita ou não a congênita a criança já nasce com ela e pode ser percebida logo no inicio de sua vida e a outra é surdocegueira adquirida que no decorrer do tempo a pessoa por algum motivo perdem esses sentidos visão e audição.
   Na surdocegueira a pessoa não necessariamente apresenta outras deficiências o que destacamos por maior dificuldade nessa situação é a comunicação pois se torna bem mais complicada é mais difícil de se estabelecer uma comunicação com uma pessoa cega e surda já que ela não tinha nenhuma forma de comunicação pronta, necessitando  de mediação para tal ato.
   A deficiência Múltipla é associada a deficiência física  e muitas vezes a intelectual ou deficiência visual, auditiva e física também em alguns casos associados a transtornos globais do desenvolvimento essas pessoas podem ou não fazer uso de cadeira pode ter ou não o apoio de canais. O que podemos observar que tanto a surdocegueira e a DMU apresenta especificidade particulares que envolvem principalmente a comunicação.
                            











MAIA. Shirley Rodrigues. São Paulo.2011

quinta-feira, 13 de março de 2014

Educação Escolar de Pessoas com Surdez

Resumo do texto
Educação Escola de pessoas com surdez

      O texto descreve os estudos e aponta novos conceitos de como trabalhar com alunos com surdez. Aponta uma maneira de olhar para essas pessoas não como deficientes, pois não o são, mais nos direciona de como devemos ensiná-las passando por vários processos e mudando nossa pratica pedagógica.
       A autora cita um texto que descreve exatamente isso, sobre a importância que temos que dar as pessoas com surdez mas
"Numa pessoa com potencial a ser estimulado e desenvolvido  nos aspectos cognitivos, culturais, sociais e linguísticos, pois a concepção de pessoa com surdez encentrada se caracteriza pela diferença que sob a força de divisão e antagonismos, leva a pessoa descentrada a ser deslocada e assumir diferentes posições e identidades."                                                                                                                                                                                                                                    Hall (2006)
           Entendemos assim que a pessoa com surdez tem capacidades cognitivas capaz de adquirir conhecimentos diversos.
          O aluno com surdez precisa estar inserido na escola e ter acesso aos três momentos do AEE( Atendimento Educacional Especializado), conteúdos estudados em libras e em língua portuguesa, levando sempre ao entendimento que a maneira mais correta para o aluno com surdez é a bilíngue, assim ele poderá interagir com outras pessoas com surdez e aprender as diferentes regras que a língua portuguesa oferece.
           Caso não venham a ser ensinados por essa ótica esse aluno poderá cair no fracasso escolar das pessoas com surdez por a qualidade das práticas pedagógicas não estarem voltadas para essas políticas publicas.
            A autora, ainda diz que o AEE
"O AEE PS deve ser visto como construção e reconstrução de experiências e vivências conceituais, em que a organização dos conteúdo curricular não deve estar pautada numa visão linear, hierarquizada e fragmentada do conhecimento."                                                                                                                                                             Marlene F. M. D. (p.52)
            Assim entendemos que o conhecimento do aluno com surdez precisa ser envolvido em relações diálogos em que o professor precisa estabelecer essa comunicação com esse aluno com idéias dinâmicas, aulas bem planejadas e muitos recursos visuais. Assim o AEE para pessoas com surdez vem solidificar a base do fazer pedagógicos desse atendimento.
  Bibliografia:

DAMÁZIO, M. F. M.; ALVES, C. B. Atendimento Educacional Especializado do aluno com surdez. Capítulo 2. São Paulo: Moderna, 2010. 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013



O video mostra uma uma professora descrevendo para uma aluna com baixa em aula de campo, acompanhando sua aluna   nota-se que sua professora o tempo todo esta perto dela e a meina parece estar encantada com sua descrição.
A importancia do professor estar dando suporte ao aluno com abixa visão é muito importante e nesse caso o recurso que esta professora usou foi o de leva-la a esse passeio e torna-la mais proxima dessa realidade possivel que é de conhecer muitas coisas endependente de ve-las ou não.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sugestão de jogos e brincadeiras para deficientes intelectual


SUGESTÃO DE JOGOS E BRINCADEIRAS
Este capítulo traz algumas sugestões de jogos e brincadeiras que podem ser
trabalhados com os alunos, de forma lúdica e pedagógica, no sentido de estimular o desenvolvimento da criança e facilitar a aprendizagem de conteúdos acadêmicos.
Procurou-se dividir os jogos por área de desenvolvimento, para facilitar o
trabalho do professor. No entanto, este material traz apenas algumas poucas
sugestões, visto que temos uma grande variedade de atividades lúdicas
disponibilizadas nas referências bibliográficas citadas e em outras bibliografias
existentes nesta área. Além do que, os professores podem e devem usar de toda a sua criatividade para criar outros jogos e até mesmo modificar ou adaptar os jogos sugeridos, de acordo com as necessidades dos seus alunos.
 
 IMAGEM E ESQUEMA CORPORAL 
BONECO ARTICULADO      
                      
Estimula:
Noção do esquema corporal,
conscientização sobre as partes do corpo
e suas posições, habilidade manual 
Descrição:                                              Nylse Helena Silva Cunha: Criar para brincar
 
As partes do corpo recortadas em cartolina: cabeça, pescoço, tronco, dois
braços, dois antebraços, duas mãos, duas coxas, duas pernas e dois pés. Para
juntar as partes fazendo as articulações, podem ser feitos furos com o furador de papel e colocadas tachas, que se abrem depois e perfurar o papel. Outra alternativa é furar as articulações com uma agulha grossa e barbante, e depois dar um nó de cada lado do barbante.
 
Possibilidades de exploração:
-Recortar e montar o boneco articulado.
-Pedir a uma pessoa que sirva de modelo, assumindo diferentes posições
que os alunos procurarão reproduzir com seus bonecos.
-Fazer o exercício contrário, colocar o boneco em posições que as pessoas
deverão representar.
-Descobrir quais as posições que podem ser feitas com o boneco mas que
são impossíveis de serem realizadas pelo ser humano.
Referencia:
www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/…pde/arquivos/2444...
Podemos perceber que esse jogo de esquema corporal pode ser montado pela Letícia tanto nas aulas de ciências sala de aula comum como pela  professora de AEE seria para ela de grande importância e trabalharíamos as partes do seu próprio corpo de maneira lúdica e criativa.
 


 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Recurso de Tecnologia Assistiva- Engrossador de lápis

 
 Produtos : Materiais Pedagógicos : Engrossador de Lapis c/3   7136

Engrossador de Lápis c/3 7136

Adaptação de borracha colorida, atóxica, no formato de bulbo, utilizável em qualquer lápis ou caneta padrão, proporcionando uma escrita confortável. Vendida em pacote de 3 unidades

* Embora as fotos sejam dos próprios produtos, são ilustrativas, podendo haver divergência de tonalidade nas cores e não correspondem ao seu tamanho real.

O engrossador de lápis vai ajudar a alunos com garra nas mãos tanto direita como esquerda no intuito de romper as barreias de acesso a escrita.

Esse recurso pode ser utilizado tanto pelo professor de AEE como o professor de sala de aula comum e tanto pode ser comprado como pode ser confeccionado pelo professor.

(http://www.camargoscomercial.com.br/#/flog/album/materiais-pedag-gicos-/image-engrossador-de-lapis-c-3-7136$id=171201&c=1378327773142)